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 Escrito por Carol Madureira às 01h06
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Contribuição do professor Edilson do DAA

Em época de eleição, nada como ouvir/ler os lamentos e ensinamentos de um nordestino sofrido e consciente. Eita cabra da pexti bom de peia!

O QUE MAIS DÓI
Patativa do Assaré

O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.

Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.

O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.

É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Para eleger um presidente mau.

Dizem que este poema foi escrito depois da eleição de Collor: pode ser. Dizem também que Patativa do Assaré morreu em julho de 2002. Nisto eu não acredito: gente como ele não morre. Taí a prova.



 Escrito por Carol Madureira às 21h29
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 Escrito por Carol Madureira às 12h42
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Teste

Olá! Um colega meu, o Fábio, do blog O Gato que Ri, indicou em um de seus textos um teste que se intitula: Que gênio louco é você? Ele pareceu um tanto inquieto com o resultado, eis que depois que acabei de responder o teste também preocupei-me um pouco com o desfecho das minhas respostas. Deu um teatrólogo chamado Antonin Artaud, se liga no perfil do cara:

Antonin Artaud (1896-1948) desde cedo apresentou problemas de saúde e neurológicos. Aos 24 anos começou a tomar tintura de ópio para aliviar dores de cabeça. Tornou-se dependente. Foi internado diversas vezes. Sofreu vários tratamentos para loucura(!). Autor de teatro e cinema, teórico do teatro e autor de peças teatrais, poemas, ensaios, cartas (seu meio de expressão preferido). Artaud questionou e subverteu a noção de LOUCURA em seus textos, como em "Van Gogh: O Suicidado Pela Sociedade". Artaud, o existencialista do desespero. Poetas e críticos afirmam que Artaud ampliou a visão de Rimbaud, do poeta vidente. Um artista francês chegou a afirmar que ARTAUD era a reencarnação de RIMBAUD e seu sucessor espiritual. Artaud foi encontrado morto no quarto de um sanatório onde estava internado. Versões para sua morte: câncer no reto (a oficial), intoxicação com heroína e morfina ou suicídio. 

Fui pesquisar um pouco mais sobre Artaud, e então achei sua figura interessantíssima, acabei perdendo o medo de ter alguma identificação com ele. No final das contas percebi que realmente temos algo em comum: a inquietação, a procura por algo que nós nem sabemos direito o que é e se realmente vai alimentar nosso espírito como esperamos (deu pra entender?!). Também depois percebi que se o teste era pra saber com qual gênio LOUCO eu parecia, qualquer resultado iria ser um tanto surpreendente. (Que coisa não?!). Ai está uma poesia dele, não sei o nome, mas é belíssima:

"Quem sou eu?
De onde venho?
Sou Antonin Artaud
e basta que eu o diga
Como só eu o sei dizer
e imediatamente
hão de ver meu corpo
atual,
voar em pedaços
e se juntar
sob dez mil aspectos
diversos.
Um novo corpo
no qual nunca mais
poderão esquecer.

Eu, Antonin Artaud, sou meu filho,
meu pai,
minha mãe,
e eu mesmo.
Eu represento Antonin Artaud!
Estou sempre morto.

Mas um vivo morto,
Um morto vivo.
Sou um morto
Sempre vivo.
A tragédia em cena já não me basta.
Quero transportá-la para minha vida.

Eu represento totalmente a minha vida.

Onde as pessoas procuram criar obras
de arte, eu pretendo mostrar o meu
espírito.
Não concebo uma obra de arte
dissociada da vida.

Eu, o senhor Antonin Artaud,
nascido em Marseille
no dia 4 de setembro de 1896,
eu sou Satã e eu sou Deus,
e pouco me importa a Virgem Maria.

E um fragmento de Van Gogh, o suicidado pela sociedade:

"Pode-se falar da boa saúde mental de Van Gogh, que em toda a sua vida  apenas assou uma das mãos e, fora  isso, limitou-se a cortar a orelha esquerda numa ocasião.  Num  mundo no qual diariamente comem vagina assada com molho verde ou sexo de recém-nascido  flagelado e triturado, assim que sai do sexo materno.  E isso não é uma imagem, mas sim um fato abundante e cotidianamente repetido e praticado no mundo todo. E assim é que a vida atual, por mais delirante que possa parecer esta afirmação, mantém sua velha  atmosfera de depravação, anarquia, desordem, delírio, perturbação, loucura crônica,  inércia burguesa, anomalia psíquica (pois não é o homem,  mas sim o mundo que se tornou anormal),  proposital desonestidade e notória hipocrisia,  absoluto  desprezo por tudo  que  tem uma  linguagem e reivindicação de uma ordem inteiramente baseada no cumprimento de uma primitiva injustiça; em suma, de crime organizado.   Isso vai mal porque a consciência enferma mostra o máximo  interesse,  nesse  momento,  em não recuperar-se da sua enfermidade.   Por isso, uma sociedade infecta  inventou a psiquiatria,  para defender-se   das  investigações feitas por algumas  inteligências extraordinariamente lúcidas,  cujas  faculdades de adivinhação a incomodavam. E o que é um autêntico louco?   É um homem  que preferiu ficar louco,  no sentido socialmente aceito, em vez de trair uma determinada  idéia superior  de  honra humana.   Assim,  a sociedade mandou estrangular nos seus manicômios todos aqueles dos quais queria desembaraçar-se ou defender-se porque se recusavam a ser cúmplices em algumas  imensas sujeiras.   Pois o louco é o homem que a sociedade não quer  ouvir e que é impedido de enunciar certas verdades intoleráveis."



 Escrito por Carol Madureira às 12h57
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Desculpas...

Oi pessoas, desculpa não estar trocando idéias com vocês com a mesma frequência de antes. Aos amigos blogueiros, prometo retribuir a visita assim que possível. Não esqueci dos meus blogs favoritos ! O fato é que as aulas voltaram e minha vida boa acabou, tô numa correria louca. Semana passada a coisa ainda foi mais amena, mas essa...putz, promete ! Vem abalando as estruturas. Bem, ai embaixo eu deixo uma foto de uma parte da Equipe do Blog Contexto, foi um blog que eu e alguns colegas, orientados por um professor, decidimos criar pra fazer a cobertura das greves e paralisações que ocorreram na UFS. Deu trabalho, mas valeu a pena! Por isso ele continua no ar com todo gás. Caso alguém se interesse o endereço é http://blogcontexto.zip.net/ . Da esquerda pra direita: Rachel Gonçalves, Carol Madureira, Wellington Nogueira e Vinicius Andrade... (hehehe, nome e sobrenome, afinal estávamos trabalhando ali né?  Espírito jornalístico a todo vapor!...ou quase...) Beijos...



 Escrito por Carol Madureira às 23h58
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A sensibilidade do homem... poesia até na morte. Vejam que lindo:

      Último Suspiro
 
Jogados nos braços da morte
Eu sinto um profundo e morbido silêncio
Toma conta de minha mente
Que arde em chamas
Em quanto o sangue jorra de minhas veias
Quase murchas
Eu vejo meu sangue
Escorrer pelo ralo
Enquanto a água que cai
Sobre meu rosto
Leva embora os meus sonhos
Tornando-os cada vez mais
Impossiveis de acontecer
Sinto minha alma se esvair
Neste imenso mar de ilusões perdidas
Meu coração bate lentamente
Enquanto lagrimas de sangue
Rolam pela minha face pálida
Sinto meu corpo ser esquartejado
Por estilhaços de um espelho
Que há pouco tempo
Só servia para refletir meus defeitos
Defeitos aos quais fazia questão de notar
Para cobrar dos outros aquilo que me faltava
E só agora
Olhando os pedaços de espelho quebrado
Eu tento corrigir os meus defeitos
Andando por entre as chamas deste inferno astral
Arrependo-me por ter caminhado
Minha vida toda escondido nas sombras
O medo de não vencer
Corroeu meu espirito e mente
E graças a tudo isso
Eu vejo a destruição do meu espirito
Estar cada vez mais proxima
Nesta noite
Em que a cidade
Está manchada de sangue
Eu sinto o céu desabar sobre a minha cabeça
Um tempestade de chamas começa a cair
E nem o calor do fogo nas ruas
Aquece minha alma fria
Agora onde tudo é dor e sofrimento
Procuro prolongar meus ultimos suspiros
Para poder sentir toda essa dor
E tentar entender o verdadeiro
Sentido da VIDA.
 
     
  Fonte: Vagner Luis Serpa de Menezes



 Escrito por Carol Madureira às 21h48
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Não sei o que me deu pra postar isso... falta do que fazer, acho.

Algumas considerações sobre o Stress e Palavrões...

Por Valéria Grecchi

"O nivel de stress de uma pessoa é inversamente proporcional a
quantidade de foda-se que ela fala."

Tem outros palavrões igualmente clássicos.

Pense na sonoridade de "puta-que-pariu", falado sílaba por sílaba...

Os palavrões são as melhores palavras da língua portuguesa.

"Pra caralho", por exemplo.

Qual expressão traduz maior idéia de quantidade do que "pra caralho"?

"Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática,
física.

A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o
universo é antigo pra caralho, entende?

O "foda-se"?

Existe algo mais libertário do que o conceito do foda-se?

O foda-se aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.

"Não quer sair comigo? Então foda-se.".

O direito ao foda-se deveria estar assegurado na constituição
brasileira.

Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se.



 Escrito por Carol Madureira às 00h19
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MEU específico lugarzinho também é cultura... hehehe

 



 Escrito por Carol Madureira às 11h44
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Minha tchurma

Ai estamos nós. Uma pequena parte da minha turma de futuros comunicólogos. Rapaz, ainda bem que essa greve acabou, tava morrendo de saudade dos meus coleguinhas  Eu li um dia em algum lugar: "Jornalismo é um trabalho sujo, mas alguém tem que fazer." Acho que estamos começando a fazer direitinho...Hehehehehe... Essa foto foi tirada no dia da nossa grandiosa recepção aos nossos queridos calouros, deu pra se divertir bastante! Da esquerda pra direita: Vinas, Bruno, Chel, Zoe, eu (escondidinha atrás de Vanessa) e a que está abaixada é Maionese. Aquela mão de paz e amor ali no canto esquerdo é de Rafael... Beijão galera... e até segunda, na nossa velha e querida UFS. Fui!



 Escrito por Carol Madureira às 01h19
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Eu sei, mas não devia...

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e não ver outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora, a tomar o café correndo porque está atrasado, a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo de viagem, a comer sanduíche porque não dá para almoçar, a sair do trabalho porque já é noite, a cochilar no ônibus porque está cansado, a deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e ler sobre guerra. E aceita a guerra. E aceitando a guerra aceita os mortos, e que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita e não acredita nas negociações de paz. Não aceitando as negociações de paz, aceita ler todos os dias da guerra, dos números e da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo que se deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comercias. A ir ao cinema e engolir publicamente. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam à luz natural, às bactérias da água potável, à contaminação de água do mar, à morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ouvir o galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila, torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e suja o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. Se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem o sono atrasado.

A gente se acostuma a não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma, para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida, que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto acostumar. Se perde em si mesma.
 
Marina Colasanti


 Escrito por Carol Madureira às 12h30
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            SECURA

       

O SECO DERRAMA A VIDA.

A TERRA ENCHARCADA DE SECO,

RACHADA.

O VERDE REGADO DE SECO,

RACHADO.

O PÉ SECO,

RACHADO.

O SOL SECO

AS NUVENS SECAS

O RIO SECO

A LÁGRIMA SECA

O SANGUE SECO

A SALIVA SECA

O SORRISO SECO

A FELICIDADE SECA

O AMOR SECO

A ALMA SECA

O SECO, SONHO...PESADELO

A RESPIRAÇÃO SECA

O SECO SONHO

O SECO SECANDO A VIDA.

A VIDA SECANDO O SECO.

 

Carol Madureira



 Escrito por Carol Madureira às 01h10
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ENCONTRARAM O FILHO DE RAUL SEIXAS:



 Escrito por Carol Madureira às 00h51
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IMPORTANTE!

Ai está. Uma lista com 30 coisas que devem ser lembradas todos os dias...

1. Cuidar de mim muito bem
2. Ocupar e proteger meu espaço
3. Ser a pessoa mais feliz do mundo
4. Viver o presente
5. Fazer ginástica
6. Ter coragem de mudar
7. Não perder tempo com bobagens
8. Respeitar o meu ritmo
9. Ficar próximo dos meus amigos
10. Celebrar a vida
11. Aproveitar as oportunidades
12. Sair da rotina
13. Aprender coisas novas
14. Ser útil a alguém
15. Fazer algo pelos meus objetivos
16. Agir em vez de me queixar
17. Perdoar-me pelos meus erros
18. Viver sem frescuras
19. Curtir o que estou fazendo
20. Sonhar
21. Confiar inteiramente em mim
22. Insistir
23. Defender meus direitos e cumprir meus deveres
24. Orar
25. Manter sempre o bom humor
26. Realizar minhas fantasias
27. Experimentar algo novo
28. Simplificar as coisas
29. Levar uma vida saudável e feliz
30. "Amar as pessoas como se não houvesse amanhã" (Renato Russo)

Será que tá faltando alguma coisa? Sugiram! Beijos...



 Escrito por Carol Madureira às 00h33
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Olá meus amores...!

Oi pessoas...! Tô escrevendo pra agradecer o carinho de vocês comigo, minha doença e minha carência. Vocês são uns amorzinhos! Até meu amiguinho Bruno, que andava sumido deu o ar da graça... fiquei muito feliz! Ele também tava dodói mas também já está melhor! Bem, como podem ver eu voltei a ser a Carol de sempre, saudável, comilona e carente, apenas carente... ou poderia ser dengosa, apenas dengosa... ou mimada, apenas mimada... como preferirem!

Na sexta eu já tava joinha, fui ao cinema assistir Jogo de Sedução. É um filme bonzinho, tá na média... bem, apesar dele se perder um pouquinho no meio de campo a idéia é válida, original e tem mão de brasileiro, o diretor de fotografia é o notável Affonso Beato... tá recomendado! O resto do meu final de semana foi ótimo, salvo um fato ocorrido no sábado à noite que quase me faz ficar (REALMENTE CARENTE)³, mas como eu me chamo Carol Madureira e meu pai é sempre mais eu*, superei rapidinho . Não... eu não vou contar a vocês o que foi, curiosinhos...  Eu não sou nenhuma celebridade e aqui não é a Ilha de Caras...kkkkkkkk

É isso então... tô ótima, cheia de saúde e amor pra dar e vender. Mais uma vez obrigada pela força! 

Ah... essa foto ai embaixo foi tirada no Los Gatos... não foi esse final de semana, mas acho que tá valendo. Sou eu, Paul Marley (vulgo Pescoço, isso mesmo! O nome dele é Paul Marley e o apelido Pescoço...figuraça!) e Taise, a mulher do bronze. Beijos...

*Referência ao post do dia dos pais.



 Escrito por Carol Madureira às 01h46
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 Escrito por Carol Madureira às 14h55
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